segunda-feira, 19 de março de 2012
Câmara Brasil-China realiza workshop "Como Importar da China Sem Sustos"
Projeto cria delação premiada para empresa corruptora
Republicação: MDIC abre prazo para recebimento de pedidos de elevação temporária de Imposto de Importação
Prezados
Para apresentar a solicitação, é preciso preencher o formulário, que consta no anexo I da Resolução Camex n° 5 de 2012, com dados dos solicitantes e informações sobre caracterização do produto, alteração pretendida, oferta e demanda, além de dados complementares. Os pleitos devem ser acompanhados da versão digitalizada de todo o material apresentado em meio físico.
Os pedidos devem ser enviados à Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex), presidida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O endereço para o envio do documento é Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Esplanada dos Ministérios, Bloco J, sala 702, Brasília, DF, CEP 70053-900. Informações adicionais podem ser solicitadas pelo e-mail camex@mdic.gov.br.
A análise dos pleitos apresentados será feita pelo Grupo Técnico sobre Alterações Temporárias da Tarifa Externa Comum do Mercosul (GTAT-TEC). O grupo é presidido pela Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior e formado por representantes dos Ministérios que compõe a Camex: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; Casa Civil: Ministério das Relações Exteriores; Ministério da Fazenda; Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão; e Ministério do Desenvolvimento Agrário. A decisão final sobre a composição da lista será do Conselho de Ministros da Camex.
Decisão CMC 39/11
É importante lembrar que a Decisão CMC nº 39/11, do Conselho Mercado Comum do Mercosul (CMC), não se confunde com a Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum (Letec), ainda em vigor, e que possibilita flexibilizar a alíquota de outros cem produtos. A decisão, que vale para todos os países do Mercosul, não tem vigência automática, por ser um Protocolo Adicional ao Acordo de Complementação Econômica nº 18. Para entrar em vigor, a medida necessitará ser protocolada junto à Associação Latino Americana de Integração (Aladi). Além disso, o governo brasileiro só poderá divulgar a lista para sua plena utilização depois de decorridos 30 dias após a incorporação da referida Decisão CMC pelos ordenamentos jurídicos de todos os Estados Partes do bloco.
Pelo mecanismo aprovado pelo Mercosul, cada país deverá encaminhar aos demais um formulário específico sobre a elevação tarifária e estes terão 15 dias úteis para eventual negativa acompanhada de fundamentação objetiva. Só depois desse prazo, se não houver oposição, o país estará autorizado a adotar a medida.
sábado, 17 de março de 2012
Insegurança jurídica do conceito de produção nacional para concessão de ex-tarifários
quinta-feira, 15 de março de 2012
Eldorado Celulose planeja construção de mais duas fábricas até 2020
A pretensão da Eldorado Brasil de ser uma das maiores fabricantes de celulose do mundo tem como pano de fundo o momento difícil pelo qual passam as principais fabricantes do insumo no País.
Com um projeto de erguer três fábricas de celulose (a primeira já entra em operação este ano) em menos de dez anos e alcançar capacidade instalada de até 5 milhões de toneladas anuais em 2020-2021, a Eldorado quer se beneficiar das complicações que podem envolver os projetos de concorrentes como Fibria e Suzano Papel e Celulose para ganhar espaço no mercado.
O Brasil fabrica cerca de 14 milhões de toneladas anuais de celulose e deverá alcançar produção de mais de 20 milhões de toneladas até o fim da década. A primeira unidade de celulose da Eldorado, em construção no município de Três Lagoas (MS) e início de operação previsto para novembro, já se beneficia do momento adverso das concorrentes. Pressionadas pela elevação do endividamento e pela retração da demanda mundial por celulose entre o fim de 2008 e o começo de 2009 e, depois, no segundo semestre de 2011, Fibria e Suzano enfrentam dificuldades para definir o cronograma de seus projetos.
A Suzano já postergou o início previsto das fábricas a serem construídas no Maranhão e no Piauí, e a Fibria ainda não definiu os primeiros passos de expansão desde sua criação, em setembro de 2009. Por conta disso, a fábrica da Eldorado chegou ao mercado em um momento de escassez de novas capacidades. A mais recente fábrica de celulose construída no Brasil entrou em operação em março de 2009, também em Três Lagoas.
O projeto idealizado pela Votorantim Celulose e Papel (VCP) é um dos principais ativos da Fibria, empresa resultante do processo de união entre VCP e Aracruz. O próximo projeto brasileiro a entrar em operação após a fábrica da Eldorado deve ser a unidade da Suzano no Maranhão, com produção prevista para o fim do próximo ano.
Antes disso, ainda no primeiro semestre de 2013, deve entrar em operação a unidade de celulose da sueco-finlandesa Stora Enso e da chilena Arauco, construída no Uruguai. Entre 2014 e 2020 também estão previstos outros projetos que, entretanto, podem ter o cronograma postergado, conforme análises de técnicos da Eldorado.
Nesse cenário, a Eldorado surge como uma empresa capaz de crescer, destaca o novo presidente José Carlos Grubisich. "A Eldorado, por sua estrutura de capital sólida, por nascer com um balanço limpo e adequado e por não ter o peso de uma dívida alta, poderá utilizar sua capacidade de geração de caixa para financiar os programas de crescimento", disse o executivo, sem citar, contudo, a Fibria e a Suzano.
Grubisich, que estava na ETH, assumiu a empresa há poucos dias com a missão inicial de definir contratos de venda relacionados à primeira fábrica da empresa. O projeto, avaliado em R$ 6,2 bilhões, prevê a construção de uma linha de produção com capacidade anual de 1,5 milhão de toneladas de celulose de eucalipto.
Aproximadamente 60% do montante já foi investido no projeto, que prevê também a construção de um porto na encosta do rio Paraná ao lado da fábrica e de um terminal em Santos, além da compra de locomotivas e vagões para transportar a celulose até a cidade do litoral paulista e da formação da base florestal.
O terminal será próprio para a exportação de celulose, mas o executivo não revelou detalhes de como será estruturado o projeto. "Nossa visão é de criar um novo líder no mercado global de celulose de eucalipto", enfatizou Grubisich. A maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo é a Fibria, com capacidade instalada de 5,2 milhões de toneladas de celulose.
A estrutura societária da Eldorado Brasil, empresa que no fim do ano passado incorporou a Florestal Brasil, com atuação no segmento de terras e plantações, é composta por J&F Holding, MJ Empreendimentos e pelo Fundo de Investimento em Participações (FIP) Florestal. A J&F Holding, da família Batista, controladora do JBS, detém participação direta ou via FIP de 58,4%. O FIP Florestal, que tem entre seus cotistas a Petros e a Funcef, possui 33,1% de participação e a MJ Empreendimentos, do empresário Mario Celso Lopes, detém outros 16,7%.
(aspas)
Fonte : Jornal "O Estado de S. Paulo" 29/02/2012
Brasil pode dificultar importação de cebola
O Ministério da Agricultura estuda fórmulas para dificultar a entrada anual de até 170 mil toneladas de cebola argentina no Brasil.
A medida é um pedido de produtores brasileiros, que se reuniram nos últimos dias com o ministro Mendes Ribeiro Filho, em Brasília.
A safra nacional de cebola supera 1 milhão de toneladas por ano e a preocupação do setor está ligada ao bolso dos produtores. Eles vêm de duas safras seguidas de preços baixos e temem que a situação se repita em 2012.
Segundo o presidente da Anace (Associação Nacional de Produtores de Cebola), Almir Schafer, o ministro se comprometeu a "estudar" medidas de proteção ao valor do produto brasileiro.
"Sabemos que não dá para proibir, por causa do Mercosul, mas dá para dificultar", disse Schafer.
A assessoria de imprensa Ribeiro Filho confirmou o compromisso assumido e disse que a pasta tentará dar mais estabilidade ao valor do quilo da cebola pago aos plantadores.
A remuneração do quilo da cebola até começou 2012 em alta, após dois anos ruins, mas, como o produto da Argentina começa a chegar ao mercado nacional neste mês, a expectativa é que o valor caia devido à oferta maior.
O valor pago aos plantadores em janeiro deste ano ficou em R$ 0,60 o quilo, na média.
De acordo com a Anace, em fevereiro o preço foi ainda melhor para o produtor: chegou a R$ 1 e teve como resultado a média de R$ 0,80.
"Mas, em outubro e em novembro [começo da atual safra em Santa Catarina], tinha produtor vendendo a R$ 0,40 o quilo, o que não paga nem os custos da lavoura", afirmou Schanfer.
O consumo médio anual de cebola no Brasil é de aproximadamente 1,13 milhão de toneladas, de acordo com a Anace.
(aspas)
Por : Araripe Castilho, de Ribeirão Preto, Jornal "Folha de São Paulo" 14/03/2012
Plenário aprova medida que aumenta segurança jurídica dos contratos de comércio exterior
A medida aumenta a segurança jurídica dos contratos de comércio exterior e evita que empresas brasileiras arquem com os custos de conhecer a legislação de outros países.
A convenção da ONU foi estabelecida em Viena, na Áustria, em 1980. Desde 2009, o Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior vem defendendo a adesão do Brasil ao texto por considerá-lo um instrumento de padronização contratual. A aprovação na Câmara foi unânime. O vice-líder do Democratas, deputado Pauderney Avelino, acredita que a medida vai dinamizar a participação do Brasil no comércio exterior.
"Lamentavelmente, o Brasil, que é um país com PIB de mais de US$ 2 trilhões, não consegue passar de um ponto percentual das transações do comércio, das trocas internacionais. Vamos ver se, com gestos como esses, nós damos uma contribuição para desenvolver o comércio internacional e para o Brasil se inserir como um player efetivamente de importância nesse comércio internacional".
O vice-líder do PDT, deputado Miro Teixeira, também votou favoravelmente à adesão do Brasil à convenção da ONU sobre compra e venda internacional de mercadorias, apesar de considerar que o comércio exterior já está bem padronizado.
"É a globalização que impõe certos tipos de procedimentos, mas temos a visão de que os contratos entre particulares acabam obedecendo regras estabelecidas pelos próprios contratantes. Não pode haver violação às legislações dos países. Esse direito de compactuar e de, depois, ter de cumprir é consagrado em todos os lugares. Porém, razão existe para que tenha havido esse acordo internacional".
Atualmente, 74 países já aprovaram a convenção da ONU. Estados Unidos, China e os demais países do Mercosul estão entre eles. Também nesta quinta, os deputados aprovaram um acordo de cooperação judiciária com a Ucrânia (PDC 228/11) e a autorização de atividade remunerada, no Brasil, para dependentes do pessoal diplomático do Zimbábue e da Albânia (PDC 223/11 e 353/11).
(aspas)
Por : José Carlos Oliveira, de Brasília, para a Agência Câmara, 08/03/2012
PF prende grupo suspeito de realizar importações sem pagar impostos
Batizada de 'Navio Fantasma', a operação tem o objetivo de desarticular uma organização criminosa que utilizava portos e aeroportos em São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná para importar mercadorias sem o pagamento de impostos. Participam da ação 60 servidores da Receita Federal e 200 da Polícia Federal.
No Estado de São Paulo, duas pessoas foram presas na capital, nove em Santos, uma em Sorocaba e uma em Campinas.
Outras cinco pessoas foram presas no Rio de Janeiro (RJ ) e duas em Curitiba (PR). Mais 42 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos nessas mesmas cidades.
Os mandados de prisão e de busca e apreensão foram expedidos pela 3ª Vara da Justiça Federal de Santos.
Investigação
As investigações tiveram início em janeiro de 2011, após a Alfândega de Santos perceber que mercadorias importadas, supostamente encaminhadas para aquele local, não chegavam fisicamente para o desembaraço.
O grupo agia importando mercadorias que declarava para o fisco como sendo de baixo valor agregado, como partes e peças para manutenção de navios atracados no Porto de Santos. Eles importavam tablets de marca renomada, telefone celulares, relógios e armações de grife.
A entrada irregular de mercadorias de importação controlada, como equipamentos médicos e munição, também era alvo dos acusados.
Estima-se que a organização criminosa tenha movimentado cerca de 220 toneladas de mercadorias. O valor do prejuízo aos cofres públicos ainda não pode ser precisado, pois até o momento não foi possível verificar se o conteúdo dos contêineres desviados correspondia às mesmas mercadorias declaradas na documentação. No entanto, a Receita Federal calcula que a fraude ultrapasse mais de U$S 50 milhões.
A pedido da PF, a Justiça Federal em Santos decretou o sequestro de bens e o bloqueio de recursos financeiros dos suspeitos. A apreensão judical de cargas foi realizada e os produtos retidos pela Receita Federal no decorrer da investigação.
Os envolvidos responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de formação de quadrilha, descaminho, facilitação de contrabando ou descaminho, corrupção ativa, corrupção passiva, inserção de dados falsos em sistemas de informação e falsidade ideológica, cujas penas variam de 1 a 16 anos de reclusão.
(aspas)
Fonte : A Tribuna On Line, 15 de março de 2012 - 10h29
quarta-feira, 14 de março de 2012
SEMINÁRIO - QUESTÕES POLÊMICAS E ATUAIS DE COMÉRCIO EXTERIOR
AUDITÓRIO DO INEJE
Av. Carlos Gomes, 466 Conjunto 1001 – Porto Alegre/RS
*** O evento será transmitido ao vivo pela internet e com reprises pelo período de 30 dias após o evento!!
"O Futuro na Profissão de Despachante Aduaneiro"
"Excessos Cometidos nos Procedimentos Especiais de Controle da I.N. 1.169/2011 – Como se defender e atender as intimações da Receita Federal"
"Despacho Aduaneiro Expresso – Linha Azul – Por que hoje é tão rápido e vantajoso habilitar-se"
"Engenharia Aduaneira e a Classificação Fiscal de Mercadorias: Importância, Cautelas e Risco"
"Requisitos e Características Essenciais para o Exercício Inteligente e Eficaz das Profissões de Despachante Aduaneiro e de Ajudante de Despachante Aduaneiro à Luz da Lei e do Mercado"
"Procedimentos de Verificação e Conformidade Aduaneira Aplicado ao Operador Estrangeiro – I.N. RFB nº 1.181/11 – Aspectos práticos da considerada 'Mini Linha Azul'"
"Quais as Cautelas que Devem ser tomadas para se Evitar a Demurrage"
Eldorado Celulose planeja construção de mais duas fábricas até 2020
Com um projeto de erguer três fábricas de celulose (a primeira já entra em operação este ano) em menos de dez anos e alcançar capacidade instalada de até 5 milhões de toneladas anuais em 2020-2021, a Eldorado quer se beneficiar das complicações que podem envolver os projetos de concorrentes como Fibria e Suzano Papel e Celulose para ganhar espaço no mercado.
O Brasil fabrica cerca de 14 milhões de toneladas anuais de celulose e deverá alcançar produção de mais de 20 milhões de toneladas até o fim da década. A primeira unidade de celulose da Eldorado, em construção no município de Três Lagoas (MS) e início de operação previsto para novembro, já se beneficia do momento adverso das concorrentes. Pressionadas pela elevação do endividamento e pela retração da demanda mundial por celulose entre o fim de 2008 e o começo de 2009 e, depois, no segundo semestre de 2011, Fibria e Suzano enfrentam dificuldades para definir o cronograma de seus projetos.
A Suzano já postergou o início previsto das fábricas a serem construídas no Maranhão e no Piauí, e a Fibria ainda não definiu os primeiros passos de expansão desde sua criação, em setembro de 2009. Por conta disso, a fábrica da Eldorado chegou ao mercado em um momento de escassez de novas capacidades. A mais recente fábrica de celulose construída no Brasil entrou em operação em março de 2009, também em Três Lagoas.
O projeto idealizado pela Votorantim Celulose e Papel (VCP) é um dos principais ativos da Fibria, empresa resultante do processo de união entre VCP e Aracruz. O próximo projeto brasileiro a entrar em operação após a fábrica da Eldorado deve ser a unidade da Suzano no Maranhão, com produção prevista para o fim do próximo ano.
Antes disso, ainda no primeiro semestre de 2013, deve entrar em operação a unidade de celulose da sueco-finlandesa Stora Enso e da chilena Arauco, construída no Uruguai. Entre 2014 e 2020 também estão previstos outros projetos que, entretanto, podem ter o cronograma postergado, conforme análises de técnicos da Eldorado.
Nesse cenário, a Eldorado surge como uma empresa capaz de crescer, destaca o novo presidente José Carlos Grubisich. "A Eldorado, por sua estrutura de capital sólida, por nascer com um balanço limpo e adequado e por não ter o peso de uma dívida alta, poderá utilizar sua capacidade de geração de caixa para financiar os programas de crescimento", disse o executivo, sem citar, contudo, a Fibria e a Suzano.
Grubisich, que estava na ETH, assumiu a empresa há poucos dias com a missão inicial de definir contratos de venda relacionados à primeira fábrica da empresa. O projeto, avaliado em R$ 6,2 bilhões, prevê a construção de uma linha de produção com capacidade anual de 1,5 milhão de toneladas de celulose de eucalipto.
Aproximadamente 60% do montante já foi investido no projeto, que prevê também a construção de um porto na encosta do rio Paraná ao lado da fábrica e de um terminal em Santos, além da compra de locomotivas e vagões para transportar a celulose até a cidade do litoral paulista e da formação da base florestal.
O terminal será próprio para a exportação de celulose, mas o executivo não revelou detalhes de como será estruturado o projeto. "Nossa visão é de criar um novo líder no mercado global de celulose de eucalipto", enfatizou Grubisich. A maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo é a Fibria, com capacidade instalada de 5,2 milhões de toneladas de celulose.
A estrutura societária da Eldorado Brasil, empresa que no fim do ano passado incorporou a Florestal Brasil, com atuação no segmento de terras e plantações, é composta por J&F Holding, MJ Empreendimentos e pelo Fundo de Investimento em Participações (FIP) Florestal. A J&F Holding, da família Batista, controladora do JBS, detém participação direta ou via FIP de 58,4%. O FIP Florestal, que tem entre seus cotistas a Petros e a Funcef, possui 33,1% de participação e a MJ Empreendimentos, do empresário Mario Celso Lopes, detém outros 16,7%.
(aspas)
Fonte : Jornal “O Estado de S. Paulo” 29/02/2012


